Real brasileiro: fluxos eleitorais e perspectivas de reforma fiscal – Societe Generale

O Societe Generale observa um aumento dos fluxos para o real brasileiro (BRL) às vésperas do segundo turno da eleição presidencial. O banco destaca que o real se desvalorizou 3% em relação à máxima pós-eleitoral, com compradores surgindo perto de 5,10 e poucos obstáculos para uma queda da cotação abaixo de 5,00 caso Bolsonaro vença. No cenário-base de vitória de Bolsonaro, a instituição espera uma melhora nas perspectivas de reformas fiscais e de estabilização da dívida.

Real brasileiro reage ao risco eleitoral

TMGM Analysis: Financial Market News, Economic Calendar & Market Insights

"Na América Latina, os fluxos para o BRL se intensificaram a apenas quatro dias do segundo turno da eleição presidencial."

"O real se desvalorizou 3% em relação à máxima pós-eleitoral registrada há duas semanas, mas compradores surgiram em 5,10 na semana passada. Há poucos obstáculos para a cotação voltar a ficar abaixo de 5,00 se Bolsonaro garantir a vitória no domingo."

"Duas pesquisas acompanhadas de perto, publicadas na segunda-feira, mostraram que a diferença entre os dois candidatos está diminuindo e se encontra dentro das margens de erro."

"A pesquisa Nexus/BTG Pactual coloca Bolsonaro à frente por 0,6 ponto percentual, ante 2,8 pontos percentuais anteriormente. A AtlasIntel/Bloomberg aponta uma vantagem de 2,2 pontos percentuais, ante 5,4 pontos percentuais."

"Em nosso cenário-base de vitória de Bolsonaro, a combinação de um Executivo mais favorável ao mercado, um bloco conservador mais forte e o apoio de partidos de centro deve melhorar as perspectivas de avanço das reformas fiscais destinadas a conter o crescimento das despesas obrigatórias e, em última instância, estabilizar a trajetória da dívida pública."

(Este artigo foi elaborado com o auxílio de uma ferramenta de inteligência artificial e revisado por um editor. Saiba mais.)